De todos os tipos de Yôga que existem, há um, em particular, que é especial por ser extremamente completo. Produz efeitos rápidos e duradouros como nenhum outro.
Trata-se do Yôga Antigo, hoje conhecido como SwáSthya Yôga, sistematização do Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga, do período Pré-Clássico.
Formado por oito grupos de técnicas, que tem por objetivo conduzir o praticante aos estados mais avançados de consciência, denominado samádhi. Os oito feixes de técnicas são:
Os ásanas regulam o peso por estimulação da tireóide, oxigenação cerebral pelas posições invertidas, consciência corporal, coordenação motora e alongamento muscular que auxiliará os esportes.
Os kriyás promovem a higiene interna das mucosas do estômago, dos intestinos, do seio maxilar, dos brônquios, das conjuntivas etc.
Os bandhas prestam um massageamento aos plexos nervosos, glândulas endócrinas e órgãos internos.
Os pránáyámas fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar, controlam as emoções, permitem o contato do consciente com o inconsciente e ajudam a conseguir o domínio da musculatura lisa.
Os mantras ajudam a obter o aquietamento das ondas mentais para conquistar uma boa concentração e meditação.
Yôganidra é o método de descontração que auxilia a todos os anteriores e, juntamente com as demais partes da prática implode o stress. Na verdade, relaxamento é a parte menos relevante do Yôga, a menor e a menos importante. Em seu conjunto, o Yôga não relaxa: energiza!
Samyama (concentração, meditação e outros estados mais profundos) proporciona a megalucidez e o autoconhecimento.
Estes efeitos, e muitos outros são simples conseqüência das técnicas. Ocorrem como resultado natural de estarmos exercitando uma filosofia de vida saudável. Se aprendermos a respirar melhor, descontrair melhor, dormir melhor, comer melhor, excretar melhor, fazer exercícios moderados e manifestar uma sexualidade melhor, os frutos só podem ser o aumento da saúde.