Posts Tagged Nossa Cultura

Testes são bons para memória.

Estudo de cientista da Universidade de Washington em Saint Louis, nos Estados Unidos, aponta que provas são, sim, uma maneira importante de desenvolvimento dos estudantes, ajudando o cérebro a raciocinar mais durante a realização dos testes do que quando o aluno estuda sozinho. O estudo foi publicado na revista Science.

Segundo a autora do estudo, a professora Mary Pyc, da Universidade, o ato de guardar informações na memória para conseguir realizar uma prova torna a lembrança mais fácil. “Testes melhoram o ensino”, disse ela à revista.

A autora examinou pedaços de informações chamados “mediadores”. Os mediadores são conceitos, ideias ou frases que conectam uma informação à outra. A ideia, para ser boa mediadora, deve ser fácil de lembrar e fácil de levar à lembrança da informação pretendida.

118 voluntários tiveram que aprender 48 palavras em suaíli, uma das línguas oficiais do Quênia, Uganda e Tanzânia. As mediadoras, no caso, eram palavras em inglês que ajudavam na compreensão das palavras em suaíli. Alguns dos participantes tiveram que estudar para realizar um teste com as palavras. Outros participantes apenas estudaram, sem realização de teste.

O grupo que realizou provas foi três vezes melhor que o que não realizou, nas lembranças das palavras uma semana depois de aprendidas. “O ponto é que, estudando, a pessoas guarda a informação de melhor maneira e o mediador a ajuda”, disse Robert Bjork, da Universidade da Califórnia, que analisou o estudo..

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Faça o teste mensal voluntário e melhore sua memória!

O Programa do Curso Básico reinicia no mês março. Ler, estudar os DVDs, assistir as webclasses e participar voluntariamente dos testes na Unidade é mais uma forma de aprimoramento.

Informe-se com o seu instrutor.

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Reciprocidade


Na verdade, aos poucos descobrimos que os outros são nossos espelhos
e nos devolvem a luz, as ações e os sentimentos que lhe passamos
— Flávio Souza.

Os zoólogos, observando primatas em cativeiros, notaram a intensa troca de favores entre chimpanzés  e com a intenção explícita de aumentar o leque de vantagens competitivas dos negociantes.

Não é diferente na sociedade dos primatas bípedes  pelados, dos homo sapiens. Aproximamos-nos ou  nos afastamos das pessoas na medida em que a  relação que construímos com cada uma delas nos traga alguma vantagem ou não.

E não estamos apenas falando de interesse financeiro. Este é apenas uns dos muitos interesses que consideramos importantes. Mas existem muitos outros, tais como bom humor, capacidade de ouvir as pessoas, generosidade, solidariedade, lealdade, cultura, boa rede de relacionamentos etc.

Todo o tempo, nosso cérebro ancestral, uma parte muito primitiva da nossa massa encefálica e que não mudou nos últimos 10 mil anos, permanentemente esquadrinha o meio ambiente a procura de vantagens que garantam a sobrevivência individual, de sua prole ou grupo.

Este processo de busca de prerrogativas competitivas funciona para muito além da consciência, é uma ferramenta evolutiva característica dos mamíferos e faz parte do kit de preservação das espécies. Portanto, está presente na sociedade dos leões, das hienas, dos gorilas e dos humanos também.

Mas o indivíduo que busca vantagens, como em qualquer negociação, deve oferecer sempre algo em troca. Pessoas que nada tem a acenar, apresentando um comportamento vampirizador, rapidamente são identificadas e excluídas.

Alguns sinais externos deste perfil comportamental são a auto-piedade, mau humor, introversão, ciúmes, hostilidade gratuita, usura e incapacidade de se colocar no lugar do outro.

Nossa Rede é um exemplo vivo de reciprocidade, o nome que damos aos bons acordos e trocas entre mamíferos.

Cada um de nós deve tornar-se um epicentro de muitos valores de intercâmbio, compartilhados e disseminados, que se conduzidos com a ética que nos é habitual, tornará Nossa Cultura cada vez mais forte, generosa, rica em valores, influência e poder gregário.

(Texto extraído do d’O Blog do Jojó)

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Como contribuir para a perpetuação da Nossa Cultura (2)

A filosofia do nosso trabalho é cultivar um ambiente saudável, alegre, descontraído, pleno de camaradagem. Para tanto, importa-nos crescer na direção certa.

Podemos crescer de duas formas: de fora para dentro ou de dentro para fora.

De fora para dentro é através da propaganda. Essa não é ideal para você nem para nós. Primeiro, porque os custos se refletiriam nas mensalidades. Segundo, porque a propaganda pode trazer pessoas interessantes, mas, no meio, alguns que não serviriam para conviver com você.

De dentro para fora é através da indicação daqueles que já estão na nossa família, trazendo seus amigos e familiares. Essa alternativa interessa a você e a nós. A você, interessa porque teria colegas de turma mais confiáveis, educados, pessoas de sensibilidade e de boa cultura como os que hoje freqüentam a nossa casa.

Pense bem: com quem você gostaria de conviver nos próximos meses?

Traga essas pessoas para participar conosco desta maneira de viver que é muito mais do que executar exercícios nesta ou naquela turma – é também estabelecer uma convivência social, cultural e de lazer nos encontros, nos jantares facultativos, atividades recreativas de fim-de-semana, viagens para cursos e eventos, etc.

Você ganhará 50% de desconto na mensalidade para cada amigo que efetivamente se inscrever pela sua recomendação.

Seja sempre bem-vindo. Esta é a sua casa.

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A Nossa Cultura

Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.

Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores com relação ao Yôga.

Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem… aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.

As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.

DeRose

Texto extraído do site da União Nacional de Yôga – www.uni-yoga.org.

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