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Linha sucessória
Posted by Método DeRose São Bernardo in Filosofia on 16/03/2009

Este é o quadro sinótico mais simples de todos os que compõem o currículo do Curso Básico de Yôga. Por trás dessa simplicidade, todavia, encerra-se um ensinamento poderoso.
A linha sucessória entre Shiva e você representa a passagem dos séculos e dos milênios. O primeiro Mestre criou esta filosofia poderosa e teve a generosidade de transmiti-la a discípulos, que por sua vez a retransmitiram, e assim, o Yôga pode chegar até você.
Se uma única geração de discípulos parar de repassar esses ensinamentos, o Yôga desaparecerá da face da Terra. Ao receber o SwáSthya Yôga, está implícito o compromisso de honra de perpetuá-lo, continuando a corrente de força e poder que começou com Shiva.
Então este quadro nos lembra da responsabilidade que temos. Por outro lado, que ele sirva para recordarmos que, cada vez que estivermos ensinando Yôga, teremos por trás de nós a força e a energia acumulativa que os Mestres Ancestrais nos legaram.
Texto da apostila Quadros Sinóticos do Curso Básico de Yôga, do instrutor Rodrigo De Bona.
Se você identifica-se com a proposta desta cultura riquíssima, se tem vontade de compartilhar o prazer que vivencia através do SwáSthya, se foi tocado pelo texto acima como se ele tivesse sido escrito para você; saiba que você pode contribuir para a perpetuação do Yôga Antigo. A partir de agora você terá várias dicas para tornar isto uma realidade e a primeira delas é: divulgue nosso blog para os seus contatos de email, orkut, facebook, etc.
O que você vai desenvolver no Pré-Yôga
Posted by Método DeRose São Bernardo in Filosofia on 12/03/2009
Técnicas de Respiração:
Reeducação respiratória;
Explorar e ampliar a capacidade pulmonar;
Respiração abdominal e completa;
Fases da respiração;
Tipos de respiração;
Técnicas que sedam e estimulam;
Respiração ritmada.
Técnicas de Purificação Orgânica:
Massageamento e purificação dos órgãos internos;
Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão;
Limpeza das narinas, do seio maxilar e dos pulmões;
Estas técnicas permitirão um melhor funcionamento dos órgãos trabalhados.
Técnicas Orgânicas:
Alongamento, fortalecimento e definição muscular;
Flexibilidade e resistência articular;
Coordenação motora;
Melhora na postura;
Consciência corporal;
Regras Gerais de execução: respiração, permanência, repetição, ângulo didático, compensação e segurança.
Técnicas de descontração:
Atingir uma profunda descontração muscular e nervosa e junto com as demais técnicas da prática administrar e implodir o stress
Encadeamento das técnicas:
Aula com ênfase nas passagens de uma técnica para a outra.
O que é uma codificação
Posted by Método DeRose São Bernardo in Filosofia, Material Didático on 10/03/2009
Este texto foi extraído do livro Quando é Preciso Ser Forte, do Mestre DeRose.
O que é uma codificação
“Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso,de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele,acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!
As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muitos fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo esta intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.
O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.
Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.
Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar , não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.
Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.”
Através da leitura desde livro você conhecerá a trajetória de um dos mais reconhecidos reeducadores comportamentais, com um texto fácil e agradável que esclarece e ao mesmo tempo diverte. Este é um livro obrigatório na biblioteca de todo bom praticante de SwáSthya Yôga, pois oferece grandes ensinamentos e um vasto universo de conhecimento de um homem que dedicou toda a sua vida e o seu carinho em nome de uma Filosofia.
Pela incontestável importância dessa obra literária a sua leitura é necessária aos praticantes que desejam passar de grau ou participar de cursos ministrados pelo Mestre DeRose.
Não perca mais tempo procure o seu instrutor e adquira já o seu.
Reposição de aulas
Posted by Método DeRose São Bernardo in Programação on 03/03/2009
A prática do Nosso Método proporciona evolução àquele que o pratica em diversos estágios. Trabalha o corpo, estimulando a força e o alongamento muscular, a flexibilidade e a resistência das articulações; estimula os órgãos internos, tornando-os mais jovens e saudáveis; desenvolve a inteligência emocional; estimula a mente; e ainda vai além, desenvolvendo o intuicional do praticante.
Mas isto só acontece se os estímulos gerados pelo Yôga forem repetidos diversas vezes. Uma pessoa que treinar uma técnica de meditação, apenas uma vez, dificilmente irá meditar, propriamente dito, a não ser que o faça repetidas vezes, como um treinamento diário. Isto se aplica não somente as técnicas de meditação, mas a todas que compreendem o Yôga Antigo.
Precisamos desenvolver mais disciplina. E então dar prioridade para o que escolhemos para nós mesmos, e parar de deixar que os outros definam o que devemos fazer no momento escolhido para si mesmo. Pelo menos no horário escolhido para a prática do SwáSthya, esta deve ser a prioridade, e nada mais.
Mesmo assim sabemos que o cotidiano pode ser imprevisível, e que você merece um atendimento personalizado. Pensando nisso, a Uni-Yôga de São Bernardo oferta como um presente a opção de reposição de aulas. Sabemos que poucas instituições oferecem isso.
Mas, se precisar faltar, programe-se pois a idéia é que não perca o ritmo do seu progresso. A reposição tem que ser feita antes ou até um mês após a falta e sempre com o instrutor com quem você pratica.
O mais importante é manter a constância da prática e lembrar que ela é um momento só seu, no qual você desenvolve suas potencialidades e aumenta sua produtividade no trabalho e nos estudos, incrementando sua qualidade de vida.
Se precisar se afastar por períodos mais longos, avise seu instrutor com antecedência.
A Nossa Cultura
Posted by Método DeRose São Bernardo in Artigos, Filosofia on 20/02/2009
Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.
Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores com relação ao Yôga.
Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem… aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.
As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.
DeRose
Texto extraído do site da União Nacional de Yôga – www.uni-yoga.org.