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Alta performance e autoconhecimento

Extraído do site:
A alta performance individual aliada ao sentido de coletividade é a ferramenta para responder a uma sociedade que a cada dia exige resultados mais extraordinários.
Por Fernanda Monteforte – 28/09/2011

Em uma época em que a velocidade das informações e os avanços na tecnologia aceleram a competitividade, o desafio de fazer a diferença torna-se quase uma obrigação. As transformações em todas as áreas do conhecimento são incessantes e, dentro desse contexto, surge a necessidade de difundir e praticar a responsabilidade socioambiental, essencial à preservação da nossa espécie.

De onde vem a alta performance?

Exige-se o aprimoramento das lideranças e da sociedade como um todo. Emergem conceitos de equipes de alta performance, famílias de alta performance, escolas de alta performance, gestão de alta performance, alta performance desportiva e por aí vai.

Contudo, é interessante notar que, em qualquer um destes segmentos sociais, para que a mudança
coletiva possa acontecer, torna-se necessária uma profunda mudança no indivíduo: a alta performance
pessoal.

Do particular para o coletivo

Para alcançar essa nova postura é preciso que o ser humano se torne mais consciente da sua interligação com as pessoas e com o meio em que vive. Desse modo, o indivíduo passa a exercer de forma mais lúcida e clara as suas atribuições e compromissos com a família, com os colegas de trabalho, com a sociedade e com a natureza.

Adotar uma postura mais integrativa contribui ainda para o desenvolvimento de uma nova criatividade, capaz de exacerbar a importância de agir com praticidade para conquistar objetivos e construir um mundo me-lhor para si e para o próprio planeta.

O Eu e os Outros

Esse paradigma transformador traz consigo ainda o compromisso de priorizar e zelar pelos relacionamentos interpessoais, valorizando a confiança, o respeito, a reciprocidade, a credibilidade e a lealdade.

Os talentos individuais passam a ser aplicados à sinergia do grupo. A atitude ética, o bem-estar físico, o gerenciamento das emoções, os pensamentos edificantes se tornam fontes de energia e motivação para conquistar a excelência pessoal.

Para obter alta performance é necessário autoconhecimento

Com um forte alicerce interno, o indivíduo pode deixar aflorar a intuição, via de conhecimento que certamente é um dos principais diferenciais das pessoas de alta performance, talvez a única que nos permita acompanhar a velocidade do mundo moderno.

Dicas:

1. Adote uma metodologia de aprimoramento
pessoal que desenvolva suas habilidades através
da boa alimentação, boa forma e boa cabeça

2. Defina seus objetivos pessoais e estabeleça
com clareza a forma como quer contribuir no
seu trabalho, na família e na sociedade

3. Aprimore sua comunicação. Aprenda a ouvir mais, a sentir e intuir

4. Invista em conhecimento e cultura

5. Identifique os problemas e procure encará-los de frente

6. Aprenda com as experiências

7. Comprometa-se com a solução e não deixe pendências

8. Descubra seus talentos e acredite naquilo que
encontra eco em seu coração

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Síndrome da Felicidade

O que é pior: ser infeliz ou estar convencido disso?
DeRose

Quando comecei a lecionar Yôga era muito jovem e o caldo de cultura onde o Yôga fermentava era de pessoas espiritualistas, idosas e preconceituosas. Enquanto não conquistei o reconhecimento fora do país e enquanto não fui a Índia durante mais de 20 anos consecutivos, a comunidade relutou em acatar a sistematização do SwáSthya Yôga.

Isso foi extremamente útil, pois descobri que quanto mais me pressionavam, mais força eclodia para reagir e mais realizações afloravam. Desfrutava até de um certo estímulo ao vencer os obstáculos que eram impostos pelos instrutores de yóga mais velhos. Por outro lado, nos períodos em que estava tudo bem, acomodava-me. Se esse período de bonança se prolongava, sentia alguma nostalgia.

Comecei a observar as outras pessoas e notei que a maioria reage da mesma forma. Então elaborei a teoria da Síndrome da Felicidade, registrada em 1969, a qual contribuiu bastante para que pudesse ajudar aos demais em seus conflitos existenciais, conjugais, etc.

A teoria baseia-se no fato de que o ser humano é um animal em transição evolutiva e que, nos seus milhões de anos de evolução, somente há uns míseros dez mil anos começou a construir aquilo que viria a ser a civilização. E só nos últimos séculos, sentiu o gosto amargo das restrições impostas como tributo dessa aventura.

Como animais, temos nossos instintos de luta, os quais compreendem dispositivos de incentivo e recompensa pela sensação emocional e mesmo fisiológica de satisfação cada vez que vencemos, quer pela luta, quer pela fuga (a fuga também é uma forma de vitória, já que o animal conseguiu vencer na corrida ou na estratégia de fuga; e seu predador foi derrotado, uma vez que não o conseguiu alcançar).

Numa situação de perigo, o instinto ordena lutar ou fugir. Quando acatamos essa necessidade psico-orgânica, o resultado na maior parte das vezes, é a saúde e a satisfação que se instala no estágio posterior.

Se não é possível fugir nem lutar, desencadeiam-se estados de stress que conduzem a um leque de distúrbios fisiológicos diversos. Isso tudo já foi exaustivamente estudado em laboratório e divulgado noutras obras.

O que introduzimos nessa Síndrome da Felicidade é a descoberta de um fenômeno quase inverso ao que foi descrito e que os pesquisadores ainda não situaram a contento. Trata-se daquela circunstância mais ou menos duradoura na qual não há necessidade de lutar nem de fugir porque tudo está bem. Bem demais, por tempo demais.

Isso geralmente acontece com maior incidência nos países de grande segurança social e numa proporção assustadora nas famílias mais abastadas.

O dispositivo de premiação com a sensação da vitória, sua consequente euforia e autovalorização por ter vencido na luta ou na fuga, tal dispositivo em algumas pessoas não é acionado com a frequencia necessária. Como consequencia o animal sente falta – afinal é um mecanismo que existe para ser usado, mas não o está sendo – e, então, ele cai em depressão.

Se quisermos considerar o lado fisiológico do fenômeno, podemos atribuir a depressão à falta de um hormônio, ainda não descoberto cientificamente, que denominei endoestimulina, e que o organismo pára de segregar se não precisa lutar nem fugir por um período mais ou menos longo, variável de uma pessoa para outra.

O cachorro doméstico entra em depressão, mas não sabe por quê. A dona do cãozinho também não sabe a causa da sua própria depressão, já que o processo é inconsciente, porém, seu cérbero, mais sofisticado do que o do cão, racionaliza, isto é, elabora uma justificativa e atribui sua profunda insatisfação a causas irrelevantes. Não adiantará satisfazer uma suposta carência, imaginariamente responsável pela insatisfação ou dperessão: outra surgirá em seguida para lhe ocupar o lugar e permitir a continuidade da falsa justificativa. O exemplo acima poderia ser com pessoas de ambos os sexos e de todas as idades, mas, para ocorrer, é preciso que a pessoa seja feliz.

Resumindo, quando o ser humano está tendo que lutar por alguma coisa não há espaço em sua mente para se sentir infeliz. Se ele não pode lutar nem fugir, primeiro sobrevêm reações violentas; depois, a apatia e a somatização de várias doenças. Mas se está tudo bem, bem demais, por tempo demais, o indivíduo começa a sentir infelicidade por falta do estímulo perigo-luta-e-recompensa. Como isso ocorre em nível do inconsciente, a pessoa tenta justificar sua infelicidade, atribuindo-a a coisas que não teriam o mínimo efeito depressivo em alguém que estivesse lutando contra a adversidade.

Exemplos:

  • Na Escandinávia, onde a população conta com uma das melhores estruturas de conforto, paz social, segurança pessoal e estabilidade econômica, é onde se verifica um dos maiores índices de depressão e suicídio no mundo. Durante a guerra do Vietnam, onde as pessoas teriam boas razões para abdicar da vida, o índice de suicídios foi quase nulo.
  • Os países mais civilizados, que não teriam motivos para passeatas e agitações populares, pois nada há a reclamar dos seus governos, com alguma frequencia realizam as mesmas passeatas, mas agora com outros pretextos, tais como a ecologia, o pacifismo ou a defesa dos direitos humanos na América do Sul.
  • O movimento em defesa dos direitos da mulher surgiu justamente no país onde as mulheres tinham mais direitos e eram mesmo mais poderosas que os homens: os Estados Unidos. Lá, onde tradicionalmente se reconhece a imagem de superioridade da esposa com o rolo de massa dando no marido que tenta se explicar, justo lá, foi onde as mulheres reclamaram contra a sua falta de liberdade e de igualdade. Já na Itália, Espanha, Portugal, América Latina, Áasia, países muçulmanos e outros onde a mulher poderia ter motivos na  época para reclamar, em nenhum deles ela se sentiu tão violentamente prejudicada nos seus direitos quanto nos Estados Unidos.

Assim, sempre que algum aluno ou aluna vinha chorar as mágoas, explicava-lhe nossa teoria da Síndrome da Felicidade e concluía dizendo:

- Se você se sente infeliz sem razão, talvez seja porque você é feliz demais e não está conseguindo metabolizar sua felicidade. Algo como indigestão por excesso de felicidade. Pense nisso e pare de reclamar da vida. Procure algum ideal, arte, filantropia e comece a ter que lutar por isso. Nunca mais precisará de Prozac.

Texto extraído do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose.

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Reflexão de nossa aluna Renata de Souza.

Gostaria de falar sobre o último livro que li, Personal Branding – Construindo Sua Marca Pessoal,  obra do publicitário e grande especialista em marcas Arthur Bender. Ao explicar a diferença entre as estrelas de um segmento, ou seja, dos melhores em uma determinada atividade, e os medianos,  me fez pensar imediatamente nos motivos pelos quais escolhi como meu método de aperfeiçoamento pessoal o Método DeRose, no que se refere ao profissionalismo dos instrutores e professores. Gostaria de transcrever aqui a passagem que se encaixa perfeitamente na descrição da forma de trabalho dos profissionais da Rede, da Unidade São Bernardo sem dúvidas, com quem já convivo há quase dez anos :

“’…é clara a diferença de atitude entre os medianos e as estrelas do segmento. As estrelas capitalizam cada espaço que conseguem e transformam isso em momentos geradores de experiências valiosas com sua marca pessoal – momentos de aprendizado e momentos em que dão um pouco mais de brilho à sua imagem pessoal.

“As estrelas passam o dia todo cavando oportunidades de ir mais à frente, aprender um pouco mais, exercitar um pouco mais, crescer um pouco mais. São inconformadas com o ritmo natural das coisas. Investem o tempo no aproveitamento dos espaços deixados pela concorrência.

“Os medianos, ao contrário, fogem do trabalho de ocupar espaços vazios. As estrelas buscam sempre estar um passo à frente das necessidades do seu setor. Quando os médios chegam lá, elas já estão muito à frente. Pensam como empresas, fazendo investimento de tempo, energia, aprendizado e experiências para colher a longo prazo.

“As estrelas são pró-ativas e estão sempre disponíveis para fazer alguma coisa, por elas e pelos outros. São os que puxam o grupo, dão ideias, estão sempre prontos para ficar mais uma hora, para fazer mais coisas além do previsto. São geradores de novos projetos, de novos programas.

“… as estrelas ignoram as regras não escritas, enfrentam a crítica de muitos, quebram paradigmas e fazem.”

Tenho muito orgulho de trocar experiências e aprender muito com estes profissionais, que sem dúvidas são as estrelas nesta área!

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Fábula sobre a Síndrome de Caim

Quando surgiu o gênero Homo, de onde viria a desenvolver-se a espécie Homo sapiens, havia duas subespécies: Homo amābilis Homo malīgnus. Essas subespécies eram tão semelhantes que até podiam cruzar e eventualmente o faziam, gerando uma descendência híbrida. Mas havia uma diferença entre elas. OHomo amābilis era um animal doce e querido, de sentimentos francos e comportamento dócil. Jamais agredia, nem para se defender. Repartia a comida (frutos, raízes, folhas, mel), dividia a caverna, compartilhava as ferramentas. Nunca esperava uma agressão ou traição por parte do Homo malīgnus. Este, por sua vez, era o oposto. Sempre tramando ardis para roubar a comida, as ferramentas, a moradia e tudo o que o Homo amābilis possuísse. Há quem diga que o relato bíblico de Abel e Caim, os primeiros homens sobre a Terra, referia-se àquelas duas subespécies.

Havia, na época, alguns poucos milhares de exemplares da espécie Homo no planeta e não se esperava que ela vingasse, pois era menos aparelhada para sobreviver que os outros animais. Não dispunha de presas, garras, chifres, veneno, velocidade, nada. Mas uma das subespécies parecia ter desenvolvido, como arma secreta, uma astúcia maligna. Com ela, engendrava ciladas para os animais, inclusive os da mesma espécie, a fim de levar vantagem, destruí-los e tomar tudo o que eles tinham.

Com o tempo, o Homo amābilis entrou em extinção por razões ainda não muito claras, enquanto oHomo malīgnus sobrepujou e sobreviveu. Dele, evoluiu o Homo sapiens. Por isso, temos tantas invejas, tanto ódio, tanto prazer em destruir, em falar mal. Por isso, existem crimes e guerras. Por isso, o ser humano destrói o meio ambiente, desmata as florestas, polui as águas. Por isso, ele tortura e mata sem sensibilidade tanto outros humanos quanto os animais e devora suas carnes.

Homo malīgnus só não destruiu totalmente a vida no planeta porque alguns espécimes trazem os genes recessivos do Homo amābilis, adquiridos por ocasião dos cruzamentos acidentais entre as duas subespécies na aurora desse “pithecos” que se diz Homo. Um bom número dos que trazem os genes do Homo amābilis são hoje praticantes de SwáSthya e vegetarianos convictos. E é por isso que ainda há esperança para a humanidade e para o planeta.

Texto extraído do Blog do DeRose: www.metododerose.org/blogdoderose

Abaixo, um belo exemplo de um canis amabilis, a Jaya. Uma cadelinha doce e amável que tem muito a nos ensinar através  de sua atitude autoconfiante e serena.

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Há beleza ao seu redor

Desperte para um novo dia com a disposição de regozijar-se com a beleza implícita nas coisas mais simples.

Coloque sentimento em tudo o que fizer, um sentimento profundo que irrompe do seu âmago e o faz sentir o quão belo é existir.

Respire profundamente. Aspire o aroma da vida. Sinta que a delicadeza de todas as flores perfumam seu caminho.

Abra os olhos e não apenas veja: enxergue. A natureza lhe brinda a cada dia com espetáculos de esplendorosa beleza. Não temas de se encantar com o crepúsculo, com um raio de sol ou com o sutil brilho da estrela solitária.

Brinde a vida através da água que bebe, límpida e cristalina. Sorva a doçura de todas as frutas, de todos os beijos, de todos os olhares…

Escute o sussurro do vento e o silêncio, prazeroso e fecundo silêncio.

Sinta o carinho amigo, o abraço sincero, o conforto do seu lar.

Mergulhe em sua morada e sinta o amor profundo que habita seu ser, amor incondicional, que independe de fatores externos. Torne-o um belo alicerce da sua auto-suficiência. Deixe a felicidade incondicional e sincera transbordar… transbordar para transmutar tudo o que fizer.

(Texto extraído do blog de Fernanda Monteforte)

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Aluno do Método DeRose São Bernardo é o campeão de natação do sudeste.

O nosso aluno Matheus Cuzziol se tornou no mês de julho o Campeão do Torneio SUDESTE de Clubes de Natação em Vitória-ES.

Praticante dedicado, nosso campeão já sente os resultados do Método DeRose no aprimoramento de sua performance.

Parabéns querido Matheus!!!

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O executivo Yôgin

Há alguns anos, o título deste artigo seria motivo de grande curiosidade, ou até mesmo de ficção!

O Yôga que outrora embalou os hippies, beatniks, intelectuais, artistas, agora é “descoberto” e incorporado pelos poderosos homens de negócios.

Há tempos que a maioria das multinacionais européias, norte-americanas e asiáticas vem utilizando Yôga como ferramenta de aprimoramento e qualidade de vida para seu corpo de empresários. Pudera, pois 160 bilhões de dólares são gastos, anualmente, pelas empresas em todo o mundo, com despesas médicas, hospitalares, indenizações, horas de trabalho perdidas e substituição de pessoal.

“Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários”.

Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA

Inicialmente, achou-se no Yôga um modo de conter essa sangria monetária em decorrência de mazelas de saúde e afins. Com o tempo, a descoberta foi outra. Foi como deparar-se com a presença de petróleo em um terreno comprado para construção de uma casa. O Yôga revelou-se um grande instrumento para executivos mais antenados.

Primeiro efeito colateral: melhor administração do stress. Quando me deparo com aqueles famosos e batidos dizeres: “No stress”, me dá vontade de escrever abaixo: “Em demasia”, pois o stress em si não é ruim. Precisamos de uma dose dele para nossa sobrevivência. O stress é como o ego: importante; mas mais importante é não perder o controle sobre ele. O executivo, desde sua primeira aula, já sente a implosão do excesso de stress e suas conseqüências: pressão alta, dores de cabeça e nas costas, insônia, nervosismo, queda de cabelo e produtividade, problemas digestivos, úlceras e gastrites, impotência sexual e depressão.

Em seguida, detectou-se um aumento na produtividade e criatividade. Alegria geral da corporação! Da mesma forma que o presidente da empresa não quer saber como determinada tarefa será feita, desde que seja cumprida; o executivo-yôgin não deve se preocupar como e por que acontece esse despertar de qualidades latentes, desde que aconteça! No entanto, a título de conhecimento, isso ocorre, dentre outras razões, devido às técnicas de respiração que fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar e criam um superávit energético. Além da fundamental oxigenação cerebral que estimula os hemisférios cerebrais, equilibrando razão e emoção, raciocínio rápido e criação, capacidade de censura e sensibilidade.

Como se não bastasse, os exercícios de concentração e meditação elevaram os índices de acerto nas decisões empresariais em mais 100%. Os estados de lucidez, atenção dinamizada e plena consciência tornaram-se uma coqueluche nos negócios! E pasmem, algumas empresas no exterior chegaram a permitir que seus colaboradores passassem horas a fio a meditar, no horário de trabalho, dentro da empresa, com o objetivo de que gerem novas idéias, insights que possam auxiliar a companhia.

Isso tudo sem falar nas técnicas corporais do Yôga, que além de regularem o peso, promovem tônus muscular, melhor flexibilidade, alongamento, irrigação cerebral pelas posições invertidas etc… Como não há tricotomia entre físico, emoções e mente, estando os três totalmente interligados, o que se faz a um, se faz ao outro. Por exemplo, perceba na correria do seu dia-a-dia empresarial que qualquer tipo de tensão altera o seu padrão respiratório e/ou provoca uma dor qualquer pelo corpo (cabeça, estômago, ombros), inclusive enrijecendo músculos. Não é verdade? No Yôga, ensinamos a percorrer o caminho inverso; alterando conscientemente sua respiração e flexibilizando o corpo, influenciará direta e positivamente nas emoções e mente. Já ouviu falar em: “Corpo flexível, mente flexível”?

Bem, apesar de tudo isto, creio que essa explosão da filosofia yôgi por entre os executivos se deva a algo mais profundo. Nos últimos anos, ministrei aulas para presidentes de grandes grupos, executivos extremamente bem sucedidos, homens únicos em suas áreas; como únicas também foram suas queixas em relação às suas vidas. Possuem tudo o que o dinheiro pode comprar. Aquela velha expressão: “Você tem tudo, não há do que reclamar”, caberia perfeitamente nestes casos, não fosse uma avaliação mais atenta, que tudo, nesta interpretação, não é o suficiente.

Abraham Maslow, nascido em Nova York em 1908 e falecido em 1970, formulou uma teoria a que se convencionou chamar de hierarquia das necessidades dos seres humanos. Ilustrou-a em formato de pirâmide dividida em cinco partes. Na base da pirâmide estão as necessidades fisiológicas do indivíduo: a sobrevivência (alimentação, sono, etc.), na próxima etapa encontra-se as necessidades de segurança, de proteção contra qualquer tipo de ameaça. Subindo um degrau, temos a tão famosa expectativa social: estabilidade, afeto, família, aceitação por parte da sociedade. Em seguida, adentramos estima, status, reconhecimento, prestígio e por fim, no topo da pirâmide, a grande e poderosa necessidade de auto-realização e autoconhecimento.

Percebi com meus alunos de dois parágrafos acima que eles já haviam conquistado todos os blocos da pirâmide, com exceção do primeiro. Faltava a eles o grand finale, tocar a essência das coisas. E é aí que entra a busca pelo Yôga, a mais perfeita metodologia de autoconhecimento que a humanidade já teve contato. Neste momento, o homem desenvolve todo seu potencial interior, descortinando a verdadeira razão de sua existência.

“Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários”
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Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA

Texto escrito por Fábio Euksuzian.

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O que é a Universidade de Yôga

Queremos compartilhar com você uma das maiores conquistas da nossa classe profissional. Nos moldes das grandes Universidades Livres que existem na Europa e Estados Unidos há muito tempo, foi fundada em 1994 a Primeira Universidade de Yôga do Brasil.

Inicialmente esta entidade não pretende ser um estabelecimento de ensino superior e sim ater-se ao conceito arcaico de termo universitas: totalidade, conjunto. Na Idade Média, universitas veio a ser usada para designar “corporação”. Em Bolonha o termo foi aplicado à corporação de estudantes. Em Paris, ao contrário, foi aplicado ao conjunto de professores e alunos (universitas magistrorum et scholarium). Em Portugal, universidade acha-se documentado no sentido de “totalidade, conjunto (de pessoas)”, nas Ordenações Afonsinas (Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa). O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, oferece como primeiro significado da palavra universidade: “conjunto de elementos ou de coisas consideradas no seu todo. Generalidade, totalidade, universalidade”. No Brasil, o Dicionário Michaelis define como primeiro significado da palavra universidade: “totalidade, universalidade”. E o Dicionário Houaiss, define como primeiro significado: “qualidade ou condição de universal”. Portanto, o conceito de que Universidade seja um conjunto de faculdades é apenas um estereótipo contemporâneo.

Tampouco somos os primeiros a idealizar este tipo de instituição. A Universidade livre de Música Tom Jobim (mantida pelo Estado de São Paulo), a Universidade Corporativa Visa (de São Paulo), a Universidade SEBRAE de Negócios (de Porto Alegre), a Universidade Holística (de Brasília), a Universidade Livre de Meio Ambiente (de Curitiba), a Universidade de Franchising (de São Paulo) e a Universidade do Cavalo (de São Paulo) são alguns dos muitos exemplos que podemos citar como procedentes.

O que importa é que a sementinha está lançada e queremos compartilhá-la com todos os nossos colegas. Conto com o seu apoio para fazermos uma Universidade de Yôga digna desse nome!

Texto escrito pelo Educador DeRose.

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O SwáSthya Yôga e o Stress nas Empresas

O recurso mais importante de uma empresa é o factor humano. Sem as pessoas não existem empresas. É delas que tudo o resto deriva e é por intermédio dessas mesmas pessoas que se poderão atingir excelentes resultados, se existirem condições que permitam desenvolver a motivação, a inovação e a criatividade para se ganharem os novos desafios de uma sociedade competitiva em constante e rápida transformação.

Acontece que muitos empresários fazem confusão entre produtividade e aumento de produção. Pensam que produzir mais com mais horas de trabalho, seja sinónimo de aumento de produtividade, mas isso significa simplesmente um aumento de produção. Contudo, aumentar a produtividade, é produzir mais com as mesmas horas de trabalho.

Por isso, são muitas as empresas que produzem com níveis elevados de pressão, os quais vão gerar situações de stress excessivo entre o seu pessoal, o que irá ter reflexos no ambiente de trabalho, na qualidade do relacionamento entre todos e na produtividade da empresa.

Sabe-se que é saudável ter um certo nível de tensão, pois permite ter a energia e a motivação suficiente para realizar e aumentar a nossa produtividade. Porém, precisamos de aprender a controlar o nosso stress, de modo a podermos mantê-lo num nível saudável, porque quando o stress é excessivo a nossa produtividade é bastante reduzida.

Convém não esquecer que o stress é apresentado como a maior causa de acidentes e de abstenção ao trabalho e, também, de uma série de somatizações físicas e psíquicas.

Porém, talvez por falta de informação, a maioria dos empresários e gestores, não reconhece isto, nem tem em consideração os problemas que o stress cria a eles próprios e às suas empresas, ao nível das relações humanas entre os funcionários, e entre estes e os clientes, na produtividade da empresa e na qualidade dos serviços e produtos fornecidos por esta.

O stress é a resposta inespecífica do corpo a qualquer exigência que lhe seja feita. É a necessidade que o corpo tem de se adaptar e de voltar a estabelecer a normalidade existente antes da alteração ou problema.

Acontece que o stress em si não é mau. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. O excesso ou a falta de gestão do stress é que se torna prejudicial, mas é possível aprender a reconhecer os seus sintomas e até a utilizá-lo positivamente no nosso benefício.

São apontados como factores geradores de stress os problemas profissionais e familiares, o meio ambiente (mudanças climáticas, poluição, etc), a ausência da prática regular de exercício físico moderado e a alimentação deficiente e pouco cuidada.

O problema da falta de produtividade, de qualidade dos serviços e produtos das empresas começa no factor humano. Assim, para se conquistarem os mercados e ter-se sucesso, precisamos primeiro que tudo de conquistar os colegas e os colaboradores ou funcionários. Estes devem estar conquistados, motivados e satisfeitos com a empresa e o seu projecto. Mas para isso é necessário que a empresa invista no bem-estar e na qualidade de vida dos seus colaboradores, não só em termos de lhes proporcionar uma justa e excelente remuneração monetária e outras regalias nessa área, mas também investindo mais no bem-estar físico e psíquico de cada indivíduo, através da sua formação em técnicas de combate ao stress, com exercício físico e mental que contribuam para uma melhor forma pessoal.

Nesse aspecto o ideal, pelas suas características de desenvolvimento da consciência pessoal, é a prática do Yôga mais antigo e completo, o Swásthya Yôga, um método extremamente técnico e eficaz em termos de treino de auto-aperfeiçoamento, que se caracteriza por ser dinâmico, não-místico, sensorial e desrepressor e produzir efeitos rápidos e duradouros.

Através da prática do Swásthya Yôga aprende-se a respirar melhor, a descontrair, a concentrar a mente, a exercitar o corpo de uma forma biológica e inteligente, sem agredir o seu bem-estar, a colocar melhor a voz, a melhorar e a descansar a visão, a desenvolver uma expressão corporal e estética mais de acordo com as nossas expectativas de conforto, saúde e beleza, a rentabilizar melhor o tempo, a melhorar a gestão pessoal e a administrar mais eficazmente o stress pessoal, desenvolvendo uma maior produtividade e criatividade.

Adoptar um estilo de vida mais saudável é uma medida inteligente e eficaz para administrar o stress e reduzi-lo a níveis saudáveis. O Swásthya Yôga como filosofia prática de vida saudável que visa o auto-conhecimento, é altamente recomendado como um dos meios mais eficazes para administrar o stress e manter a forma física e mental. Por isso, é adoptado por uma grande faixa de público jovem, saudável e que se encontra bem com a vida, como empresários, profissionais liberais de várias áreas, professores e estudantes universitários, artistas (actores, cantores, músicos, modelos e manequins, pintores, escultores, designers etc.), desportistas profissionais, entre outras profissões.

Dentro do feixe de oito técnicas que fazem parte da prática de Swásthya Yôga, a sua característica principal, existem várias técnicas que podem ser facilmente aplicadas no dia-a-dia e no local de trabalho, para desse modo aliviar o excesso de tensão provocados pela posição do corpo (sentado ao computador, no carro, em pé, etc.), ou pela pressão produzida pelos prazos de execução e finalização de um trabalho, ou por outros factores da vida pessoal, ou externos, como as mudanças ambientais e mundiais. Como exemplo, complementamos este artigo com alguns exercícios simples de executar em qualquer lugar.

Aprenda alguns exercícios para se descontrair no trabalho

Prepare-se eficazmente para enfrentar o stress diário e desempenhar com maior eficácia e competitividade as suas actividades profissionais e pessoais, aplicando no seu dia-a-dia alguns exercícios de Swásthya Yôga para se libertar do excesso de tensão e administrar o seu stress.

- Sentado com um dos ombros elevado

Sentado com as costas direitas, inspire e eleve o seu ombro esquerdo. Concentre-se nos músculos que estiverem em maior solicitação e na sua respiração nasal, profunda, silenciosa e abdominal (Ao inspirar dilate o abdómen e ao expirar puxe-o para dentro). Mantenha durante alguns segundos o seu ombro elevado e depois expire baixando-o. Faça o mesmo para o lado contrário. Com este exercício pretende-se aliviar ou eliminar a tensão acumulada nessa zona do corpo.

- Sentado com a cabeça para trás e as mãos entrelaçadas atrás das costas

Agora entrelace os dedos das mãos atrás das costas e ao expirar pelo nariz tombe a cabeça para trás e estique bem os braços atrás das costas. Deste modo, vamos aliviar a tensão nas costas e nos ombros. Permaneça um pouco, enquanto estiver confortável e fazendo respirações abdominais, profundas, conscientes e silenciosas.

- Sentado com uma das pernas elevada e flectida

Com as costas direitas inspire e eleve a perna direita dobrada. Segure o joelho com as duas mãos e puxe-o para perto do tronco. Mantenha a posição enquanto estiver confortável. depois desfaça e faça para o outro lado do mesmo modo.

Este texto foi escrito pelo Prof. António Pereira.
Presidente da Federação de Yôga do Sul de Portugal.

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Stress

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Stress é aquele estado produzido por solicitação de auto-superação, o qual, para ser saudável, deveria ser esporádico.

Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou então exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.

Basta reduzir o stress para reduzir também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.

Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle de stress.

Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.

Texto escrito pelo Educador DeRose.

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